Descrição
O livro explora ‘Constitucionalismo e império a cidadania no ultramar português’. Nesse sentido, questiona se povos nativos do ultramar foram cidadãos nos textos constitucionais portugueses. A literatura colonial oferece resposta positiva, mas a realidade é complexa.
A Complexidade da Cidadania Ultramarina
Em primeiro lugar, a escravatura e os estatutos de menoridade civil e política foram consagrados nos textos. Além disso, a diversidade cultural, religiosa e étnica gerou outro estatuto: ‘em transição para a cidadania’.
Estatutos e Transições Legais
Este estatuto de transição traduziu-se numa grande indefinição face à cidadania portuguesa. Por outro lado, essa posição variou conforme conjunturas e acontecimentos históricos. Com efeito, a obra descreve os contextos discursivos emergentes.
Variações e Contextos Históricos
- Além disso, a análise detalhada dos textos constitucionais revela as nuances da legislação colonial.
- Portanto, a compreensão da escravatura e seus impactos é fundamental para entender a cidadania.
- Nesse sentido, a diversidade cultural e religiosa dos povos ultramarinos moldou os estatutos de transição.
- Sendo assim, o livro oferece uma perspectiva crítica sobre a identidade portuguesa e seus domínios.
Todavia, este livro desvenda as complexidades históricas do ‘Constitucionalismo e império a cidadania no ultramar português’. Sendo assim, ele oferece uma visão aprofundada sobre a cidadania e os estatutos dos povos nativos.
ISBN: 9789724037349


















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