A resistência dos estados africanos à jurisdição do Tribunal Penal Internacional

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Análise da resistência dos estados africanos à jurisdição do Tribunal Penal Internacional. Explora motivações, antecedentes históricos e o posicionamento de África frente ao TPI.

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Descrição

Com efeito, esta obra analisa a resistência estados africanos jurisdição Tribunal Internacional. Ela explora os antecedentes históricos do TPI e as motivações dos estados africanos. Além disso, aborda a aceitação ou rejeição do Estatuto de Roma.

Contexto da Oposição Africana

Nesse sentido, o estudo caracteriza as situações sob a alçada de Haia. Ele identifica fatores que posicionam a África como palco exclusivo da corte penal. Todavia, a análise estabelece um paralelismo com elementos “ocidentais” na oposição.

Por outro lado, a obra examina a oposição do continente a instrumentos internacionais. Esses instrumentos privilegiam uma amplitude universal. Sendo assim, ela aprofunda as concepções ideológicas que justificam o universalismo ético e o relativismo cultural.

Motivações e Perspectivas

  1. Além disso, entende-se a recusa das nações africanas ao TPI.
  2. Portanto, investiga-se a soberania e o direito internacional.
  3. Com efeito, compara-se a posição africana com outras jurisdições.
  4. Dessa forma, avaliam-se as implicações geopolíticas da atuação do TPI.

De fato, a obra oferece uma visão abrangente sobre a resistência estados africanos jurisdição Tribunal Internacional. Ela contribui para o debate sobre justiça global e soberania. Portanto, é essencial para compreender as dinâmicas entre África e o TPI.

ISBN: 9789724048345

Informação adicional

Peso 0,24 kg
Dimensões 23 × 16 × 2 cm
Autoria

Guerreiro, Alexandre Teixeira Neto (Autor)

Estado

Novo

Páginas 148

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