Descrição
A parcialidade positiva do juiz oferece uma nova perspectiva sobre a atuação judicial. Além disso, esta obra desafia a noção tradicional de imparcialidade, especialmente em sociedades com profundas desigualdades. De fato, ela propõe uma reflexão crítica sobre o papel do magistrado.
Nesse sentido, o livro explora a complexidade do princípio da imparcialidade. Contudo, ele argumenta que a neutralidade absoluta do julgador é um mito. Por outro lado, a análise se aprofunda nas influências sociais e pessoais que moldam as decisões.
Com efeito, a obra utiliza categorias da sociologia e psicanálise. Além disso, as ciências cognitivas contribuem para desmistificar a figura do magistrado totalmente neutro. Sendo assim, a pesquisa revela as camadas subjacentes à tomada de decisão jurídica.
Reavaliando a Atuação Judicial
Dessa forma, o texto aborda as grandes diferenças sociais, culturais e econômicas. Todavia, ele destaca o impacto dessas disparidades nas relações jurídicas processuais. Portanto, a obra enfatiza a necessidade de um olhar mais atento a essas realidades.
Justiça e Engajamento Social
- Por outro lado, questiona-se a viabilidade de um julgador alheio às realidades das partes.
- Além disso, a obra propõe uma nova leitura da equidade em contextos de desigualdade.
- Com efeito, a análise multidisciplinar enriquece a compreensão do fenômeno jurídico.
- Nesse sentido, defende-se um sistema judicial mais consciente e responsivo às demandas sociais.
Portanto, a conclusão central é que a JUSTIÇA é inerentemente parcial. Todavia, ela não pode se sustentar com um judiciário insensível e distante das partes. De fato, A parcialidade positiva do juiz advoga por um sistema mais humano e engajado.
ISBN: 9788584932818


















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